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API jurídica: o que é e o que exigir de uma.
Dados do Judiciário são públicos, e ainda assim continuam difíceis de usar: espalhados por dezenas de sistemas, em formatos que não conversam e sem nenhum aviso quando algo muda. Uma API jurídica existe para resolver essa distância — entregar ao seu software, num formato só, o que hoje alguém abre à mão, tribunal por tribunal. Este guia explica o que ela precisa responder, o que exigir de qualquer fornecedor e — a parte que quase ninguém conta — o que os dados públicos não trazem.
As quatro perguntas que ela precisa responder
O que exigir de qualquer fornecedor
O que os dados públicos não trazem
Esta é a parte que costuma faltar nas comparações e que decide se um projeto é viável. Três ausências valem por todas:
Valor da causa
A base pública de processos não devolve esse campo. Qualquer promessa de precificar carteira a partir dela depende de extrair o número de outro lugar — e isso muda a confiabilidade do resultado.
Nome das partes
A base de processos também não traz as partes. Encontrar processos de uma pessoa ou empresa passa pelo texto das publicações do diário, não pela consulta processual — o caminho existe, mas é outro.
O texto da lei e as súmulas
A lei federal citada dá para resolver no registro oficial — o motor confirma que o ato existe, por quais nomes é citado e se foi revogado ou convertido. O TEXTO do artigo é outra coisa, e continua fora, assim como súmula e ato infralegal: portaria, instrução normativa e resolução.
Nada disso impede os casos de uso mais comuns — impede que sejam prometidos do jeito errado. Medir quanto tempo um tipo de causa leva, por exemplo, é inteiramente possível com o que existe: mostramos como neste artigo.
Perguntas frequentes
O LexNode nasceu dessa distância.
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